Trabalhar com índios é difícil e gratificante. Eles tem uma visão muito particular do mundo e essa visão precisa ser respeitada, sou eu que preciso me adequar e não o contrário. Assume-se a identidade indígena. Como a mesma comida, durmo na rede ou no chão, participo das atividades diárias. Não há separações entre nós. Preciso construir uma relação de confiança, entender sua maneira de pensar e agir. E, pouco a pouco, encontrar a melhor porta de entrada para o Evangelho, a melhor abordagem. Mas o melhor sermão é sempre aquele lido em nosso testemunho. Eles são muito inteligentes e observadores. Logo descobrirão se o que você diz está ou não de acordo com o que você vive. O missionário deve entender que não está ali para criar uma filial da igreja local, a igreja indígena deve ter suas próprias características.

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